MADALENA
Hello, hello, quem é?
Madalena? De onde?
Ah! Minha ex?
Como vai, Madalena?
O quê? Quer voltar comigo?
Não, já não dá mais.
Agora estou com minha Filomena,
ela é minha morena.
Ela é tão boa como molina;
se eu tiver diabetes,
ela será minha insulina.
Não, Madalena,
a ferida que criaste no meu coração, ela sara.
Às vezes, quando repouso, ela me beija na cara.
Quando volto de um passeio ou do serviço,
ela me mima com massala.
O quê? Voltar comigo?
Já não dá, Madalena.
Agora estou com a Filomena.
Quando estou doente, ela atua como aspirina.
Filomena é minha vitamina.
Quando penso naquilo que me fizeste,
sinto cheiro de urina.
Para mim, tu já és cocaína.
Madalena, sai daqui,
não venhas mais aqui.
Não quero te ver mais na casa da vizinha Kiki.
Só posso terminar por rir:
kikiki.
Para mim, foste uma hiena,
devoraste o meu coração durante uma quinzena.
Vai em paz, Madalena.
Por: CH CHICHINDO
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Autor:
CH - CHICHINDO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 29 de janeiro de 2026 12:38
- Comentário do autor sobre o poema: Este poema diz respeito à um facto real sobre o espumar de uma relação amorosa. Descreve a verdade vivida nas nossas comunidades.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: José Mutondo

Offline)
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