Noites inundadas,
Foices mal guardadas,
Cores cinzentas chegam a mim.
Forças dispersadas,
Drogas espalhadas,
Como pôde tomar esse fim?
Seus gritos não adiantam mais,
O alô, ficou p'ra trás;
Estirado, só pode se observar.
A miséria passa e volta,
Batendo em sua porta,
Lamentável ilusão de acordar.
Mãos estranhas te acomodam,
Solitária, vem e voltam.
Quanto mais terá que sacrificar?
Tuas mágoas se isolam.
Frias, fogo tornam.
Momentos, trapos do seu coração.
Persistente no passado,
Um vazio injuriado,
O agora tornou-se furacão.
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Autor:
vk_noctur (
Offline) - Publicado: 24 de janeiro de 2026 21:05
- Comentário do autor sobre o poema: O que foi e o que sobrou.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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