E vi três nomes que se erguiam como espectros diante das nações:
Trump, Bolsonaro e Hitler.
Não eram estrelas, mas chamas de soberba.
Não eram guias, mas ecos de trevas.
Cada um, à sua maneira, fez da palavra instrumento de divisão,
da promessa, armadilha,
e da liderança, tirania.
Trump, o mercador de ilusões,
que transformou a política em espetáculo e a verdade em mercadoria.
Bolsonaro, o arauto da intolerância,
que confundiu fé com fanatismo e liberdade com desdém pela vida.
Hitler, o abismo personificado,
que fez da humanidade cinzas e da mentira um império de horror.
E ouvi uma voz que dizia:
“Não sigais tais figuras, pois são ídolos de barro,
erguidos sobre o orgulho e sustentados pelo medo.
Quem os segue, caminha para o deserto da alma,
onde não há justiça, nem compaixão, nem luz.”
Assim, o Apocalipse revela:
não há glória no ódio,
não há futuro na mentira,
não há salvação na idolatria política.
Somente na caridade e na verdade floresce o caminho da vida.
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Autor:
Yeva Liuba. (
Offline) - Publicado: 24 de janeiro de 2026 14:57
- Categoria: Religioso
- Visualizações: 3

Offline)
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