No alto do azul que nunca dorme;
Elas dançam em silêncio;
Intensas como a tempestade;
Rugindo para um mundo imenso!
Rasgando o horizonte com sua fúria;
Suaves como o algodão;
Olha-las é minha cura;
Cura que não é ilusão.
Acolhendo o mundo em um abraço branco;
Entre o céu e o infinito;
Ferozes, são como o relâmpago;
Iluminando esse planeta perdido.
Elas anunciam sua força;
Enquanto pairam na imensidão;
Como pensamentos flutuando na eternidade;
Dominam minha mente e coração.
Quando o furacão vier destruir;
Até o céu aprende o que é medo;
A terra ele vem para ferir;
E traz junto o desespero.
Nos dão sombra pra repousar;
sob seu manto gentil;
Também chuva pra refrescar;
Lavando dores e poeira da alma;
Seus trovões são de aterrorizar;
Ecos de um céu em guerra;
E seus raios vêm para destroçar;
cortando o mundo em luz e trevas.
Ainda assim, à noite, quando tudo silencia;
O céu revela sua poesia;
Se astros iluminam o noturno;
Vocês são as estrelas do céu diurno.
Brilhando na forma de nuvens prateadas;
Diante delas, o tempo suspira;
E eu, pequeno sob o infinito;
Observando-as, sonho acordado;
Enquanto a beleza e o perigo;
Se misturam no mesmo céu.
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Autor:
CoucherduSoleil (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de janeiro de 2026 08:19
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
Comentários1
Lindo seu poema parabéns poeta. Bom dia.
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