Ponto Hegu (LI 4)
No vale da mão, um ponto sagrado,
Hegu, o nome, um poder guardado.
Entre o polegar e o indicador,
Um ponto de pressão, um segredo maior.
A dor nos testículos, um golpe cruel,
Hegu, o alívio, um toque fiel.
A pressão certa, um suspiro de alívio,
A dor se vai, como um sonho esquecido.
Um ponto de acupuntura, um segredo antigo,
Hegu, o guardião, do corpo e do abrigo.
Um toque, um alívio, um sorriso,
Hegu, o ponto, que cura e que sorri.
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Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 22 de janeiro de 2026 07:44
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 11
- Usuários favoritos deste poema: Sinvaldo de Souza Gino

Offline)
Comentários1
Alívio ancestral aplicado ao corpo... Poema bem fluido. Show
Obrigado por ter lido e comentado, valeu poeta!
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