Céus sobre nuvens, Lua brilha ao Horizonte
Me recordo do riso, nosso amor radiante
Me coloco sobre seu domínio, Te conduzo nesta dança, Lembranças de um passado quando, ainda éramos Crianças
Aonde Você Está ??? já não consigo te sentir, Chuva cai em meio a tempestade, Aonde foi que eu me meti,
Oque aconteceu para Mim não sentir mais saudades ?
Ceus Sobre Nuvens, Apogeu da Madrugada, Nosso amor se transformou na mais vil Piada.
Dizem que o amor é cego,
mas a desilusão chega elegante,
com óculos de grau altíssimo
e uma lanterna que ilumina cada sombra
que eu achava esquecida.
***
Sento-me à beira do meu próprio coração,
e me pergunto:
será que a vida é um teatro onde todos dançam
com máscaras que brilham,
ou apenas um corredor de portas abertas
que ninguém sabe se vai levar a algum lugar?
***
O amor tropeça em meus dedos,
uma criança distraída que esqueceu o caminho de casa,
enquanto a desilusão ri baixinho,
mostrando detalhes que eu preferiria não ver:
as rachaduras nas paredes,
os pequenos absurdos que compõem a realidade.
***
E ainda assim, sorrio.
Porque há uma estranha beleza na lanterna,
na clareza que queima e aquece ao mesmo tempo,
e aprendo que a cegueira do amor
e a visão aguçada da decepção
são apenas dois lados da mesma moeda
que gira, gira,
e nos faz dançar sem nunca cair completamente.
***
Dizem que o amor é cego,
mas eu digo que às vezes
a cegueira é só uma forma de aprender a rir
das lanternas que insistem em nos iluminar.
- Autores: Douglas Oliveira, Bulaxa Kebrada
- Visível: Todos os versos
- Publicado: 20 de janeiro de 2026 22:06
- Limite: 6 estrofes
- Convidados: Público (qualquer usuário pode participar)
- Categoria: Amor
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