Despojo o poema com desejosas felicidades
Que açoita como a solidão o pesar profundo
Errante sigo, em um sentimento furibundo
Nas subjugações de autoritárias saudades
Trago a poética, no encanto, sem vaidades
Somente o versar com suspiros moribundo
Numa poesia triste, sentimento vagabundo
Rimador de acasos e de reles casualidades
Versos do falho, apóstolo da dor, solitário
Arrancando da miséria agridoce loucura
Ambulando na clivosa ladeira do Calvário
A satisfação, pedindo o versejar que seduz
O amor, engalanando a rima com ternura
E então, descendo o soneto da fadada cruz.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20 janeiro, 2026, 06’35” – Araguari, MG
Protegido por Lei de Direitos Autorais (9.610/98)
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Autor:
poeta do cerrado - Luciano Spagnol (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de janeiro de 2026 07:40
- Categoria: Não classificado
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