Recordo as noites que em vão passei,
Esperando tua chegada tardia;
Cansava-me ao raiar do dia,
Fiel ao amor que a ti confessei.
Como fui tolo em acreditar
Em tuas falsas promessas vazias;
Estou cansado de nossas porfias,
Já não há razão para sustentar.
Esse vínculo, sem confiança,
Foi-se: está morto e sepultado;
Para nós não resta esperança.
As memórias desse amor quebrado
Ainda conservo na lembrança
Dos dias que ficaram no passado.
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Autor:
João Diego Costa (
Offline) - Publicado: 19 de janeiro de 2026 16:36
- Comentário do autor sobre o poema: Um pequeno soneto que saiu dos meus devaneios da madrugada.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 2

Offline)
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