Eu vim do rés-do-chão da vida
de uma vontade inconcebível
do instante sem despedida
de tudo o que não é possivel.
Eu vim com asas quebradas
e na vontade de voar
vi a Alma abandonada
nas margens da vida a soluçar.
Eu vim de onde ninguém vem
da estranha noite dos meus medos
da vontade que ninguém tem
de ver a nú os seus segredos.
Eu não sei de onde vim ...
Trago a Alma em sangue, ferida,
tão perto e tão longe de mim
eu vim do rés-do-chão da vida.
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Autor:
Ricardo Maria Louro / Káká Louro (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 17 de janeiro de 2026 07:26
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1
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