Jazendo em minha cama, vejo que estás á vontade,
toda despida, sem nenhuma timidez contida, sem culpa estampada..
Logo após ter matado seu desejo insaciável, a mais pura vaidade,
passando-se o calor, dando espaço para o cansaço, adormece em meu braço..
Um pecado capital, a luxúria em ação,
movimentos repetitivos até chegar ao seu ápice, acelerando o coração..
E ela fez do quarto um templo, fazendo suas confissões..
dessa maneira, venho á mim como num santuário, prendendo-me em suas ilusões.
Posso afirmar que essa mulher é de perigo incalculável,
me fez pecar, não contente por pecar só, arrogância imensurável..
Adormecida como se fosse inocente, quem de longe observar, talvez acredite nessa atuação,
mas a poucos minutos, esta mesma mulher, parecia uma perfeita atriz pornô em execução..
-
Autor:
Debbie (
Offline) - Publicado: 15 de janeiro de 2026 11:31
- Comentário do autor sobre o poema: Não existe nada mais pecaminoso que uma mulher em performance...
- Categoria: Amor
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos

Offline)
Comentários1
De poeta e louco todos temos um pouco 🙂
Adorei o seu poema poetisa Debbie.
Uma construção poética muito inteligente.
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.