Despojado de mim
aqui me encontro
mártir do tempo;
oblíquo, amargo fim
a que chega um conto
na voz do vento ...
Despojado de mim
aqui me entrego
à dor da despedida;
digo não, digo sim
nada vejo, estou cego
nos caminhos da vida.
Despojado de mim
aqui termino
com vontade, sem pena;
a vida é assim
mas de mim germino
de Alma limpa, plena.
Despojado de ti
leda noite fria
sem Lua nem luar;
(noite que te perdi!)
o vento gemia
fechou-se o meu olhar.
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Autor:
Ricardo Maria Louro / Káká Louro (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 15 de janeiro de 2026 07:04
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
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