Sentei-me à beira da tarde,
pus os olhos num silêncio qualquer,
pus a alma no alto da madrugada
e meu corpo, ansioso,
arrancou no limiar da solidão,
palavras ao vento ...
E num voo de gaivota,
num voo de asas paradas,
a memória do teu rosto
desenhou-se à minha frente.
Como se o tempo fosse eterno,
como se a vida fosse breve
e nada nos pudesse separar,
nem a morte que um dia nos marcou!
Que dia especial, esse, em que me sentei à beira da tarde ...
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Autor:
Ricardo Maria Louro / Káká Louro (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de janeiro de 2026 15:46
- Categoria: Não classificado
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