Doce amor felpudo.
Bateu em minha porta,
Abriu meu mundo.
Tornou-o seu.
Elástico do destino,
Me leva e traz ao mesmo ponto.
Eu torno a ouvir seu canto,
Sem nunca enjoar você.
A cor viva em ti
Enuncia minha alma.
Ter-te para mim
Nos leva a esta vivalma.
Mera caixa de papel,
Tens a sorte de a abraçar,
E consigo descansar.
Não se apegue a efemeridade,
Meu doce, doce de mel, és meu.
Grudaste em mim e não saiu,
Nem desejo que saias.
Fique e permaneça.
Não ligue para as vaias.
Destes que nos querem soltar.
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Autor:
vk_noctur (
Offline) - Publicado: 12 de janeiro de 2026 00:36
- Comentário do autor sobre o poema: Grudes da vida.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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