Paixão, tal qual veneno
Paixão, que nome
Ela faz tudo, me embriaga
Me confunde os sentimentos
E mais cruel ainda, não tem cura.
Veneno mais vil desconheço,
É pior que feitiço, te amarra e tortura
E no final do dia é doce, e quente como néctar
Digo que não, e meu coração afirma sim
Não creio, nem aceito
Como poderia?
Essa coisa me tira o sono
Perturba meus sonhos, dias, tardes
Em todo canto está e nem sei disfarçar,
Vou morrer envenenada ou vou lhe envenenar
És incômoda, não te conheço nem queria
Estou sufocada, e pior ainda,
Eu hei de continuar a te amar.
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Autor:
Bela M. (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de janeiro de 2026 05:08
- Comentário do autor sobre o poema: Algo escrito ao ver a paixão de outros, a de Mare.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos

Offline)
Comentários1
É mesmo assim, abemos que a paixão é veneno vil ma adoramos saboreá-lo 🙂
Belo poema, poetisa Bela. Abraço.
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