Lugarzinho de palha,
Doce lar de sorrisos,
Foi-se logo seguir
A corrente do rio.
Eu corri, fui atrás.
Não, não posso deixar;
Mas o vento soprou,
E levou meu lugar.
Lugarzinho de palha,
Desmorona nas águas,
E quem antes vivia
Na poeira ficou.
Todos foram embora
Nada mais restou.
Ele ainda chora
Mesmo sob o chão.
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Autor:
vk_noctur (
Offline) - Publicado: 10 de janeiro de 2026 12:09
- Comentário do autor sobre o poema: Do verde ao seco.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5

Offline)
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