Era uma vez duas meninas: uma de pele clara e a outra, Negra.
Eram irmãs, ligadas pelo sangue e pelo amor dos pais.
Cera uma vez um dia lindo em que foram à escola,
Brincaram e cantaram em perfeita harmonia.
Notaram suas diferenças em relação às outras crianças.
Era uma vez uma menina negra rejeitada pela sociedade,
Desacreditada por sua irmã por não se encaixar
E não entender o porquê de ser diferente.
Era uma vez a falsa esperança de ser tratada com igualdade,
E não como uma coisa sem valor, que não entende o que falam.
Era uma vez uma garotinha linda cuja cor é como a noite
E cujos cabelos são rastafáris, cheios de beleza e certeza
De que sabe amar. Você vai e os diferentes também.
Era uma vez em que falaram do seu cabelo e disseram
Que ele era feio e duro, que ela era negrinha e não devia estar ali,
Que tinha que aceitar a diferença nesse lar.
Era uma vez que a irmã branca nunca defendeu
E nunca se ofendeu pelo que falavam da sua irmã,
Porque a irmã branca concordava com o que diziam
Era uma vez, um tempo que passou,
A irmã Branca, sem remordimento, falou,
Palavras que feriram, que magoaram,
E a irmã Negra, com dor, se calou.
Era uma vez, um mundo cruel,
Onde as ofensas racistas não têm lençol,
Ninguém se importa, ninguém se move,
E o certo é esquecido, sem um novo.
Mas é hora de mudar, de se levantar,
E fazer o seu papel, sem se calar,
Analise suas atitudes, veja o seu lugar,
E não na amargura, mas no amor, se inspirar.
Não tome o céu, não tome o ar,
Não deixe a injustiça se perpetuar,
Seja a mudança, seja a luz,
E faça do mundo, um lugar mais justo e melhor!!
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Autor:
FELICITY_POETA (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 8 de janeiro de 2026 16:20
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
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