A Tibieza, um pecado sutil
Um devaneio que rouba o foco, sem ser visto
Um inimigo silencioso, que se infiltra na alma
E nos faz esquecer, o que é importante, sem darmos conta
Ela se disfarça de tranquilidade
Um estado de alma, que parece ser paz
Mas é apenas um sono, um letargo profundo
Que impede de amar, de servir, de viver, de sonhar
A Tibieza, um ladrão de sonhos
Que rouba a paixão, e deixa apenas cinzas
Ela nos faz esquecer, o que é importante
E nos faz viver, uma vida sem sentido, sem emoção
Na igreja, no trabalho, em qualquer lugar
A Tibieza se instala, sem avisar
A pessoa se distrae, sem se dar conta
E o momento se perde, sem ser aproveitado
É um pecado, que clama por cura
Um coração que precisa, de um novo ardor
É preciso reacender, a chama da paixão
E expulsar a Tibieza, com todo o coração
A Tibieza, um mal que se espalha
Que rouba a esperança, e deixa apenas desespero
É um inimigo, que se deve combater
Com oração, com fé, com amor, com fervor.
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Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 8 de janeiro de 2026 07:31
- Comentário do autor sobre o poema: O poema foi escrito com a ideia de que a Tibieza é um pecado sutil que se infiltra na alma e rouba a paixão e a esperança. A linguagem é poética e busca transmitir a ideia de que é preciso estar alerta e reacender a chama da paixão para expulsar a Tibieza e viver a vida com intensidade e emoção.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1

Offline)
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