O além brilhava ,
as constelações deslumbrantes.
O silêncio sereno feito o pôr da aurora,
a mancha seguia em frente.
Nada parava a mancha ,
a esferográfica matou.
Com um acordou levou,
a multidão a perecer.
E no novo nascer ,
o pulmão segue respirando.
Em resíduos do PIB,
sem caução.
Sou pobre, porém a mineração,
enchem os bolsos sem fundo.
E aos poucos eu afundo,
em hospitais sem medicação.
Quis pagar o preço, porém que preço?
A vida não tem preço.
E qual é o preço de uma morte?
Bolsos sem fundos?
Barrigas enormes?
Porém a nuvem Branca está seguindo com a sua mancha de Sangue.
Até quando ?
The ?
-
Autor:
The 🤡 (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de janeiro de 2026 16:49
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 13
- Usuários favoritos deste poema: Karine Soares

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