Assim sou eu: rude, escura e petulante
A morte sensual
Vermelha e sedutora
Assim, visto a cor da noite
A cor da crueldade
E a pele prateada, translúcida como a Lua
Reflete minhas inteções
O sorriso arrogante não esconde minhas forças
Escondo as minhas presas de marfim
Assim fica sua tez, pálida e azulada
Após minha mordida apaixonada.
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Autor:
Drica (
Offline) - Publicado: 3 de janeiro de 2026 11:10
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 53
- Usuários favoritos deste poema: Versos Discretos, Melancolia...

Offline)
Comentários3
O poema constrói uma figura intensa e provocadora, quase mítica, onde a morte e o desejo caminham juntos. A voz poética assume a escuridão sem pedir desculpas, transformando crueldade em força e mistério em identidade. As imagens da noite, da lua e da mordida apaixonada criam um clima sedutor e inquietante, como se o amor também pudesse ferir e marcar para sempre. É um texto que brinca com o lado obscuro do sentir, revelando poder, controle e uma beleza perigosa que fascina e assusta ao mesmo tempo.
Obrigada por ler.
Ótimo poema Drica, feliz ano novo 🙂
Obrigada por ler, amigo! Obrigada! Feliz Ano Novo! 🙂
SERGIO NEVES - ...vixe!!! ...esse todo "líquido vermelho" chegou a escorrer aqui na tela do meu laptop...,...tá loco, sô! ...tu vampira se mostra mais vampira do que qualquer outra vampira que possa existir por aí...,...mas o pior de tudo é que lendo essas tuas todas "estripulias" percebi que no fundo eu sou é um tanto quanto masoquista, isso sim! ...essa intensidade toda que aqui derramas -vermelhamente cruel- me atiçou os pelos -prazerosamente...,...vai lá se saber o porquê...,...mas que atiçou, atiçou...,...até a "mordida" eu consegui sentir -também prazerosamente... /// Carinhos a ti, sensualmente "mordedora" menina.
kkkkkkkkkkkk............ Quem me dera ser uma vampira! Obrigada por ler! 🙂
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