MINHA AMADA

Júlio Cesar da Costa Júlio Dalvorine

Seu beijo acende o pântano da minha alma

e floresce o deserto escaldante do meu coração.

Sua boca é um portal por onde me salvo da solidão.

 

Seus braços são canções de uma harpa celeste,

sua voz é oração sagrada da deusa caçadora,

seu sorriso é o amanhecer de todos os mundos.

 

Seu cheiro é o hálito perfumado da primavera,

seu corpo é o escorrer cristalino da água na nascente,

seus olhos são caminhos para a felicidade.

 

Seu cabelo é a cortina por onde se esconde o prazer.

Montanhas desabam, oceanos secam,

e você continua única na minha eternidade.

 

Autoria: Júlio Dalvorine

02/01/2026

País: Brasil



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.