João de Barro, me explique esse tal de amor. Reza a lenda, que viraste pássaro. Um tal de ato de amor. Mas torna-se pássaro é prisão ou liberdade? Me responda, João. O amor é assim? uma aprovação? e se a luz do sol não iluminasse esse teu amor, valeria a pena mesmo assim (!?). Ajude-me, João! Como saber se tal risco vale a pena?. Meu ninho é de barro, frágil... não aguenta tempestades. Ajude-me João! Me ajude, João! Quero ter asas também, mas também razão.
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Autor:
Amanda Oliveira (
Offline) - Publicado: 30 de dezembro de 2025 17:03
- Comentário do autor sobre o poema: Poema originalmente publicado em: Luminescências – Revista de literatura e outras artes (UFAL), estruturado em versos, aqui, decidi por publicar em prosa.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 18
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, M. E 🖋

Offline)
Comentários1
Dizem e não fui eu, que o pássaro chamado de João de Barro, engenheiro e operário, faz sua casa com duas entrada e se pegar sua amada o traindo.
Enquanto ela esta chocando os ovos, ele tampa as duas entradas e a amada morre dentro do ninho.
O pior desastre que uma juventude padece e não conhecer pessoalmente os moradores da natureza.
Por conta de um inimigo que serve para nos proteger, o tijolo. que para ser queimado e usado as arvores, ou a madeira.
Dai, some as arvores e leva consigo os pássaros.
Por aqui nas minhas cercanias, já damos por falta do João de Barro.
Agora se você esta falando de outro João, queira me perdoar, pois esse não me foi apresentado.
Parabéns pelo tema.
Apegaua
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