O prazer do erro
Em minhas lembranças, teu sorriso brilhou,
Feito o sol dourando a tarde.
Tua voz no vento me chamou devagar,
E o mundo parou... só para te ouvir.
Teus olhos de mel:
Doce armadilha.
Demônio ou Anjo? Não importa.
A luz dos meus olhos encontrou a dos seus e abriu a porta.
Dizem que o coração tem leis,
Mas a ela faz o que quiser,
Com quem quiser,
Quando quiser.
E onde quiser.
Se o destino dita meus erros e acertos,
Fica o meu registro:
Enquanto for errado te amar,
Continuarei errando.
-
Autor:
Gustavo Felipe (
Offline) - Publicado: 21 de dezembro de 2025 00:32
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 15

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.