1999 Nasce a beira

Árvore nas estações.

Por vezes, os vislumbres me arrancam do chão até que tire o chão fatídico.

Dentro do peito gera ,algumas vezes, gestações tão breves que vou do riso de ana ao choro de uma mãe que se despede a beira do nilo.

Sem suspenses, cito o sonho que sobrevive sempre a beira, mas difícil ser cirúrgico sobre qual dentre tantas beiras.

  • Autor: Coração de água (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 12 de dezembro de 2025 22:49
  • Comentário do autor sobre o poema: Esse poema é sobre sonhos.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 12


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