Por vezes, os vislumbres me arrancam do chão até que tire o chão fatídico.
Dentro do peito gera ,algumas vezes, gestações tão breves que vou do riso de ana ao choro de uma mãe que se despede a beira do nilo.
Sem suspenses, cito o sonho que sobrevive sempre a beira, mas difícil ser cirúrgico sobre qual dentre tantas beiras.
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Autor:
Coração de água (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 12 de dezembro de 2025 22:49
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema é sobre sonhos.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 12

Offline)
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