Se não for assim não quero sair dessa cela, dessa cela, dessa cela
Se não for assim não quero sair dessa cela, dessa cela, dessa cela
Esta vida é uma caixa de surpresas
Por vezes abençoa-nos com saúde,
Outras vezes traz-nos doenças
Que alguém nos ajude
Esta vida não é um mar de rosas
Onde tudo corre bem
Esta vida tem verdades dolorosas
Uma delas é que esta vida é um vai e vêm
Esta vida, como sabe
Não há bem que dure sempre
Nem mal que nunca se acabe
Lembra-te desta verdade,
Mantêm-na presente na tua mente
Não estou a dizer que só te lembras quando te convém
Estou a dizer que ultimamente
O que te digo varia de duzentos a cem
E eu não quero morder a mão que me alimenta
Quero ser grato para o resto da minha vida
Pelo papel em branco e pela tinta da caneta
Graças a eles posso escrever estas linhas
Nos espaços entre as linhas, a piada acontece por si
Já não sou eu, já são elas as rimas a rir-se para mim
Impossível ficar parado sem reagir
Ou fingir que estou feliz por elas gozarem com o vinil
Ou fingir que estou feliz por elas gozarem com o vinil
Feliz por elas gozarem com o vinil
Com o vinil, os imbecis, sim, os imbecis
Ou fingir que estou feliz por elas gozarem com o vinil, os imbecis
Elas sabem que eu tenho mil pensamentos
Elas sabem que eu não espero o clima invernal de dezembro
Mas o clima ameno de abril
Gozam com o vinil de uma maneira vil
Porque não sabem o que é arte
Arte não é pôr-se de parte de um projeto baril
Arte é fazer parte
Gozem comigo, e nós dois daremos um show
O espetáculo de improvisação que é a vida
Está fora de mão, não há flow
Contentamo-nos com o que está à vista
Perguntaram-me se eu queria dar
Mas não perguntar se eu queria receber
Não, não quero receber a guerra, quero receber a paz
Mas será tão difícil de entender?
Que eu não quero a guerra
Que eu não quero dor adormecida
Que eu sou a terra
Que eu sou a vida
Se não sabias, fica alerta
Ou fingir que estou feliz por elas gozarem com o vinil
Feliz por elas gozarem com o vinil
Com o vinil, os imbecis, sim, os imbecis
Ou fingir que estou feliz por elas gozarem com o vinil, os imbecis
Elas sabem que eu tenho mil pensamentos
Elas sabem que eu não espero o clima invernal de Dezembro
Mas o clima ameno de Abril
Eu quero encontrar a lanterna
Para a vida eterna
Desejem-me muita merda
Que eu parta uma perna
Mas que eu não saia de lá sem ela
Só com ela viva e terna
Mas que eu não saia de lá sem ela
Só com ela viva e terna, terna, terna, terna, terna
Viva e terna, terna, terna, terna, terna
E que tenha a cor amarela, cor amarela, cor amarela, cor amarela
Mas que eu não saia de lá sem ela
Só com ela viva e terna, terna, terna, terna, terna
Viva e terna, terna, terna, terna, terna
E que tenha a cor amarela, cor amarela, cor amarela, cor amarela
Se não for assim não quero sair dessa cela, dessa cela, dessa cela
Se não for assim não quero sair dessa cela, dessa cela, dessa cela
Se não for assim não quero sair dessa cela, dessa cela, dessa cela
Se não for assim não quero sair dessa cela, dessa cela, dessa cela
Esta vida é uma caixa de surpresas
Por vezes abençoa-nos com saúde,
Outras vezes traz-nos doenças
Que alguém nos ajude
Esta vida não é um mar de rosas
Onde tudo corre bem
Esta vida tem verdades dolorosas
Essas que causam mossa
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Autor:
JOHNNY11 (
Offline) - Publicado: 11 de dezembro de 2025 13:04
- Comentário do autor sobre o poema: Usei o instrumental da musica low life de the Weeknd e future Na imagem há metade vermelho e negro O vermelho representa a saúde, o amor, a vida, o amor profundo O negro representa, doença, a dor, a despedida, o luto Que surpresas nos revelará este natal, a caixinha? Saúde ou doença?
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 8

Offline)
Comentários1
Este natal será de muita paz, alegria, verdades, bem diferente de muitos natais. E essa música que você colocou é linda, uma melodia Portuguesa, um funck de Portugal. Abraços poéticos.
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