Quando todos pensavam apenas em namorar e se divertir, havia um Amor de verdade nos vendavais e trovões. O sol brilhavam com mais intensidade e os amores não eram de verão. Naquele tempo todas tinham uma agenda e contavam suas histórias. Um determinado dia o Amor estava tranquila em seu trabalho. Quando cismaram que alguém ao redor estava escrevendo algo sobre seu romance secreto. Foi então que o capitão da guarda teve uma idéia:
- Peça para o Amor arrancar a agenda da secretina.
E assim o Amor fez.
Leu apenas o que lhe interessava:
ZENIT POLAR.
E o capitão da guarda se encheu de alegria, pediu apenas pra guardar a agenda em um cofre.
"Bendito seja Deus que nos presenteou com o maior presente que é o Amor".
Rosangela Rodrigues de Oliveira
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Autor:
Rosangela Rodrigues de Oliveira (
Offline) - Publicado: 11 de dezembro de 2025 12:00
- Categoria: Conto
- Visualizações: 26
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos

Offline)
Comentários1
Como dizia o Poetinha no seu Soneto da Fidelidade:
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Nossa muito lindo é verdade o Amor tem várias formas de ser contado. Cada um tem sua história e essa que contei foi baseada em um fato real. Abraços poéticos.
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