Numa escola qualquer
um simples banheiro,
meninos desafiando
quem seria o primeiro.
A lenda contada
somente risos,
mas um perfume ligeiro
seria um aviso.
O corajoso se destaca
adentrando confiante,
chama três vezes
pela mulher inquietante.
Luzes piscando
calafrio na espinha,
um borrão na cueca
ao ver a figura da menina.
Vestes brancas
reflexo no espelho,
vulto pairando
a jovem morreu cedo.
Voz oculta do medo
garotos em disparada,
quem se atreve
a mexer com alma penada?
A crença continua
pra quem for aventureiro,
sentirá o ranger da ira
da loira do banheiro.
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Autor:
Carlos Carrero (
Offline) - Publicado: 10 de dezembro de 2025 20:03
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 32

Offline)
Comentários1
Nossa que lindo poema. No colégio que estudei E.E.P.G Ezilda Nascimento Franco, tinha a história da Loira do banheiro. Boa tarde poeta.
Grato amiga poeta. Sim essa lenda ficou no imaginário de muitos estudantes, uma ótima tarde pra você.
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