Quem somos quando deixamos de emergir para mergulhar em sonhos sedentos, que em nada acrescentam em nossa alma.Qual o propósito do destino ao nos acordar todas as manhãs. Se a esmagadora massa, nasce e morre sem sequer se desenvolver, qual o propósito desse movimento. Não que a morte assuste, eu sei que o poder de querer se ajustar é capaz de vencer a assustadora senhora da morte. Pessoas vivem, milenariamente, através de escrituras, que alguém por amor ou ódio, se dedicar em criar, criar caos ou mentiras, o importante é viver, vencer o senhor do tempo. As horas passam diferentes para cada um, assim como a sensação de existir, uns encontram conforto e outros extremo descontrole, mas no fim não importa. O destino se encarrega do rumo, segue seu próprio curso, sem que você possa opinar. A ampulheta do tempo não pode mais te ajudar, seu tempo acabou!
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Autor:
Leidiane Ribeiro (
Offline) - Publicado: 28 de novembro de 2025 22:35
- Categoria: Não classificado
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- Usuários favoritos deste poema: Poesia Abandonada

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