Sóbrios Girassóis

alexonrm



Vem a noite revelar,
O nosso medo insistente...
De um caos despertar...
Essas escritas convincentes!

Visto de portas lacradas,
Nos andares dormentes,
Entre as barreiras fechadas...
Das palavras confidentes...

O que agora é de fato,
Subir em muro de prisões...
Perguntar se está, encerrado...
O mito daquelas visões...

Só pra imaginar...
Surras de espanto...
Vai a decisão quebrar...
Ficando olhos em prantos!!!

Diga o que se foi,
Nem aí assim, se percebeu...
Nem pra dizer um "oi",
Diga, se entendeu...

As imagens vão ficando,
Mesmo bebendo em prol,
Estamos só vigiando,
Só um sóbrio girassol...

Porque tudo é mesmo assim,
São novas sobras,
Vai ver o espaço sem fim...
Todo cheio de dobras.
 
Por mais coesa, 
Que não pareça a frase,
Deixe sobre a mesa...
A bebida feita de crase...

Seja mais preciso, 
Não quero repetir o assunto,
Sei que vi isto,
Aqui na mesa ao fundo.

Só pra imaginar...
Surras de espanto...
Vai a decisão quebrar...
Ficando olhos em prantos!!!

Diga o que se foi,
Nem aí assim, se percebeu...
Nem pra dizer um "oi",
Diga, se entendeu...

E não é possível recitar,
Profundas crises de riso,
O problema agora é parar...
E extrair esse dente siso...

Agora estamos escutando,
Os murmúrios destas flores,
Persistindo e nos pegando,
Nas nossas marcas podres...

Só pra imaginar...
Surras de espanto...
Vai a decisão quebrar...
Ficando olhos em prantos!!!

As imagens vão ficando,
Mesmo bebendo em prol,
Estamos só vigiando,
Só um sóbrio girassol...

E não é possível recitar,
Profundas crises de riso,
O problema agora é parar...
E extrair esse dente siso...

  • Autor: alexonrm (Offline Offline)
  • Publicado: 28 de novembro de 2025 14:23
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 4


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