Noites de Novembro
são Doces na minha Memória e amargas na minha língua
Como o Café frio que tomamos na noite em que você partiu.
O casaco não era suficiente pra se esquentar do Nevoeiro que pairava pelo ar
E em meio á Calçada, nos abraçamos envoltos de declarações de saudades prévias;
Como se já a sentíssemos latejando no peito antes mesmo de se separar.
E se foi.
Me carregando em sua memória
Sabendo que não iria esquecer.
E com Carinho em meu peito; Ele Sempre irá permanecer.
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Autor:
Ester Mendes (
Offline) - Publicado: 24 de novembro de 2025 21:39
- Comentário do autor sobre o poema: Este é um rastro de memória de um Novembro muito Feliz e Surpreendente. Com Músicas e Encontros mais bonitos pelo meu olhar do na realidade em si. Mas, ainda sim; muito especial.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 12

Offline)
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