PAI NOSSO DA ECONOMIA

Zahira Zehava

33 Buscai primeiramente o reino de DEUS e Sua Justiça, e todas as coisas materiais vos serão acrescentadas.

Evangelho de JESUS CRISTO, segundo São Mateus, cap. 6:33.

 

PAI Nosso

Estudei Economia,

Mas não estou em dia

Com a harmonia

Que a Natureza mostra,

Pois em tudo o que toca

Faz continuar a crescer

Mesmo sem conhecer

Esta Ciência Exata.

 

PAI Nosso,

Aprendi que o meu corpo

É deveras um composto

Muito econômico,

Pois os diversos reinos

Nele existem.

 

 "O que vai gerar a riqueza das nações é o fato de cada indivíduo procurar o seu desenvolvimento e crescimento econômico pessoal." 

Adam Smith (1723-1790).

Economista e filósofo escocês. 

 

PAI Nosso,

Descobri que o Espírito Imortal

Obra primordial

Da Vossa Criação,

Traz por extensão

A Vossa Economia Permanente

Que leva à frente

Qualquer construção.

 

 “Aquele que não prevê as coisas longínquas expõe-se a desgraças próximas.”

  Confúcio (551 a.C. - 479 a.C.).

 

UNIVERSAL CARIDADE

22 E ele me mostrou o rio da água da Vida Eterna, resplandecente como cristal, que sai do trono de DEUS e do CRISTO.

Apocalipse de JESUS CRISTO, segundo São João, cap. XXII:1.

 

PAI Nosso,

Na Vossa Universidade Universal

Onde corpos diversos

Estão manifestos,

Eu agora entendi

Que colocaste em mim

Uma Economia Eterna

Que nunca se esfacela

Com as guerras internas

E muito menos externas.

 

 “Se quiser ter prosperidade por um ano, cultive grãos. Por dez cultive árvores. Mas para ter sucesso por 100 anos cultive gente.”

 Confúcio (551 a.C. - 479 a.C.).

Filósofo chinês.

  • Autor: Zahira Zehava (Offline Offline)
  • Publicado: 24 de novembro de 2025 11:13
  • Categoria: Sociopolítico
  • Visualizações: 6
  • Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos
Comentários +

Comentários2

  • Arthur Santos

    Gosto desta oração...

  • STAEL. JUANY

    “Eis que Caim caminhou na noite,
    e sua sombra era mais vasta que o templo dos homens.
    Pois os mortais clamavam por cruzes e promessas,
    mas apenas o Sangue lhes respondia.

    O Cristo pregado em madeira fala de submissão,
    de joelhos dobrados e de esperança vazia.
    Mas Caim, marcado pela eternidade,
    ergueu-se contra o jugo e fez-se senhor da própria dor.

    Não buscou perdão, pois não havia culpa,
    não buscou redenção, pois não havia queda.
    O que os homens chamam pecado,
    Caim chamou destino.

    E assim, enquanto igrejas se erguem em pó e ouro,
    o Filho da Noite caminha eterno,
    lembrando aos que bebem do cálice escuro
    que não há salvação, apenas poder.”



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