E assim, entre silêncios e saudades,
Aprendi a desfolhar minha própria história:
Eras só um verso sem verdade,
E eu, a poeta da tua memória vazia e eterna...
Dá qual se negas, a te esquecer mas dentre outras verdades
Ela jamais amarará alguém igual a você
Pois a minha maior decepção foi em ter lhe amado
Ou melhor ter entregado meu coração
Ah um ser que nem mesmo, soube ou sabe compreender
Eu somente lutarei, por um alguém que me queira por inteiro
Que não me julgue, mas que me aceite mesmo cometendo erros
E assim, em meio às perdas e desencantos,
Recordo que há um amor que nunca falha,
Maior que minhas dores e minhas quedas,
Aquele que na cruz me chamou de filha.
Em Cristo encontro o refúgio que procuro,
E o abraço que não me exige perfeição,
Pois n’Ele sou amada em verdade,
E meu coração descansa em redenção.
E assim, no entrelaço da fragilidade e da fé,
Entendo que não sou pó perdido no vento,
Mas sim raiz regada por promessas eternas.
As cicatrizes que carrego não me definem,
São apenas marcas do caminho até a luz.
E se um dia pensei que o amor era prisão,
Hoje sei que em Cristo é liberdade.
Já não busco migalhas em mãos,
Pois encontrei o pão que sacia para sempre.
Na esperança que não se apaga,
Renovo-me, floresço e sigo.
Aparentemente, sigo tentando
Viver, amar, evoluir!
Não apenas existir.
Quero ser!
*** Bela Flor ***
Aparentemente naquele apartamento nós dois, nossos filhos nosso lar.
Aparentemente eu não quero mais ficar onde você não esta.
Estou tão feliz que aparento que nunca vou te esquecer, e de aparência em aparências vou parecer que não foi um erro escolher você.
- Autores: Fabíola Almeida (Pseudónimo, Peregrina, Gvix, Bela flor poesia, Eraldo sousa Silva.
- Visível: Todos os versos
- Finalizado: 23 de setembro de 2025 21:23
- Limite: 6 estrofes
- Convidados: Amigos (usuários da sua lista de amigos podem participar)
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 17

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