santidarko

Flórea Despétulo



A sombra,acovarda-se em acompanhar os passos.
Olhos inquietos,perturbados,encontram seus temidos sonhos.
O Céu e o chão,partilham a mesma doma.
Frondosas,são os livres-arbítrios malévolos.
Sapatos,dadivados ao Espantalho.

 




Fui,temidamente assaltado pelas dúvidas.
Estaria a Morte,a me sondar?
O meu nome,já estaria em suas próximas páginas?
Ainda tenho...,um Futuro razoavelmente extenso;para ficar ansioso?
Para aguardá-lo,com esperanças e conquistas?

Talvez,ir ver o Mar,me faça repousar um pouco de mim mesmo.
Tenho consciência,que o meu temor,ronda a Todos daqui.
Quero ir ver o Mar.

 

 

 

 

 


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Vultos horripilantes,que lembram  pessoas híbridas com animais;...Caninos.
Flórea Despétulo,poderia ser apenas uma pequena cidade,perdida no imenso interior do Pais;mas esse simples desígnio...,
sempre trás consigo,algo oculto em seu histórico.
SEMPRE.

NADA,nesse Mundo,pode ser totalmente Angelical ou puro de Males .


Um interiorano como eu,pobre,sem acesso ás informações rebuscadas,sem um conhecimento graduado e longe de estar preparado para desferir episódios paranormais,deveria fazer o quê?
Ir embora?
Pra onde?
Quem acreditaria em meus testemunhos?


-Um louco que veio pra cidade grande;diriam"Eles".


Ás vezes,olho para o Céu e peço ao criador,que me perdoe.
Pois..,não entendo seu  propósito.
A minha tenção,fora apenas:plantar milho e feijão.
...Alimentar minhas magras vacas e meus outros esmeros queridos.
Meu cachorro...,sumira a dois dias.

Estou aqui...,com meu chapéu na mão,apoiando meu braço em minha enxada,não sei mais o que fazer!.

Comentários1

  • lucita

    Acreditaria que eu em partes quase entendo a sua intenção poética?
    Bom dia!



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