Aqui tenho coisas para contar, em um total desespero secreto, mas sigo tão errado, que nem sei se estou perto.
Faria de tudo e mais um pouco, sem questionar falácias, poucas lendas tão prosaicas, que encho algo como um louco.
Poderia sentir os ventos, diante das figuras que restaram dentro dos meus olhos tão separados, E nas cortinas indecisas, cá eu estou.
Já que tudo que toco não mais retorna, me sinto avisado, proscrito e abalado, por decisões que sou indigno,
Está bem, estamos tentando nos reinventar de novo, dentro dos conformes não leais, dentro causos expostos.
Bem só indignado, nestas cidades em limites, totalmente engraçadas e nada tristes, sobre pesos que das luzes sobrevive.
E eu me tardo no conhecimento, de tantas figuras à avistar, sobre face carregada do desespero, contido ou refratado a me guiar.
Pensei em subir bem no alto de mim mesmo, por vezes conquistar cada olhar, desistir de ter raiva em segredo, ou não será...
Como rastros que somem, indignados dentro de um perdão, nas rotas de fúrias totalmente alargadas.
Parece que o peito é bem solícito, todo revigorado, pulsando nos corações mais abalados, em rotas todas trancadas.
Sempre queria entrar neste desespero, por vezes não querer sucumbir as riscas entre poucos dedos, ou deixar de beijar estes beijos.
Talvez quem pense assim, tudo resgatado nestes palavras berrantes, por poucos traços buscar estas inspirações, ou, quem sabe, reviver algo que nem se se existe de verdade.
Ah! Se tenho isto demais, poderia estar totalmente errado, ou certo, ou incrédulo, do que pode ocorrer, nestas indecisões, escritas por novas linhas ou por trechos não respondidos.
Deixando esta lição dentro deste caminho tão doido, como uma faca no meu pescoço, sob a ameaça de um falso engano.
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Autor:
alexonrm (
Online)
- Publicado: 18 de agosto de 2025 22:22
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4
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