VIOLETAS TURVAS

alexonrm



Assim vou poder dizer,
Mas reluto em ressoar,
Orações parei de escrever,
Restrinjo ela falar.


Agora ainda, que não veja,
Mesmo ela escondida,
Onde está, a quem deseja,
Rimada de tão calada.


Ao menos sem cegueira,
Mostrada por letras,
Ocas, ou derradeiras,
Rasgadas em fendas e gretas.


Ah!!! Não viu???
Mostrei olhe bem!!!
Onde ela serviu,
Repete muito além...


Ali nas linhas vencidas,
Montadas nas verticais,
Onde está escrita,
Revelei muito mais...


Ria de tudo que eu falava,
Os vestígios estão aqui,
Misturadas na entrada,
Aí ficar longe dali...


Restringir ela a falar,
Orações longas escritas,
Mas relutar a ressoar
Assim estarão ditas...


Rimas, estão quietas,
Onde quem lhe desejou,
Mesmo elas descobertas,
Agora ainda, lá não olhou...


Rasguei, deixei nas gretas,
Ocas, ou derradeiras,
Mostrando por letras
A beira louca da cegueira...


Ah!!! Não viu???
Mostrei olhe bem!!!
Onde ela serviu,
Repete muito além...


Ali nas linhas vencidas,
Montadas nas verticais,
Onde está escrita,
Revelei muito mais...


Ria de tudo que eu falava,
Os vestígios estão aqui,
Misturadas na entrada,
Aí ficar longe dali...


Ah!!! Se cair no erro?
Mais!!!  Vai correr de novo!!!
Oh!!! Não grite em berro!!!
Respire e fale pouco...


Ah!!! Não viu???
Mostrei olhe bem!!!
Onde ela serviu,
Repete muito além...


Ali nas linhas vencidas,
Montadas nas verticais,
Onde está escrita,
Revelei muito mais...


Ria de tudo que eu falava,
Os vestígios estão aqui,
Misturadas na entrada,
Aí ficar longe dali...

  • Autor: alexonrm (Online Online)
  • Publicado: 14 de agosto de 2025 12:45
  • Categoria: Amor
  • Visualizações: 4
  • Usuários favoritos deste poema: Fabricio Zigante


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