O aprendiz

Poema mesclado


Aviso de ausência de O aprendiz
NO

Nos sonetos e poemas que já li
Busquei eleger o mais belo
Tarefa inglória, logo percebi
Então partes e frases deles recolhi
Tentando neste improviso
dar-lhes forma e sentido
E é do que disto resultou
Que quero agora ,caro amigo, dividir contigo :
Reza que da Ocidental praia lusitana
Intrepitos marujos lançaram-se ao mar
E conseguiram ultrapassar a Taprobana
Mas o mar, salgado mar, em fúria tal
Quantas e quantas lagrimas causou
Ao pequeno e valente Portugal


Embora encantado naquele imenso deleite,
nem tanto de herói possuía
E, por isso, não me cabe ser parcial
Mesmo as majestosas caravelas navegadas
Foram por certo empregadas
Devido a seu inimigo oriental
Período de quadrada neblina, restrições vultuosas, passos curtos, não abarcou esses últimos
Conquistadores seculares, negaram-se às fortalezas pedregosas e nutriram por décadas a vida cultural
Nas praias Nação a racionalidade pagã se impregnou e, em fim, com curiosidade infantil, necessidade mercantil e o mar ressacando o peito, deu-se um salto temporal
Mas, tudo bem, retornarei à dança, à bonança e à esperança do perspicaz Portugal...


Da brava aventura lusitana
E da excursão valorosa e épica
Daquelas plagas do oriente
A inspiração para uma rica poética
Mesmo da tragédia pungente
Fez-se lenda em Portugal
Fez-se trovas e cantigas
Fez-se literatura magistral


Vasco da Gama, Cabral; GIL, do Cabo Bojador
João Fernandes Lavrador; E, Gaspar Corte Real
Os gênios de Portugal; Bravíssimos navegadores
Se comparam aos escritores; Camões, Redol, Ortigão
Pessoa, David Mourão; Das letras, exploradores.
(Dr. Francisco Mello).



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.