Cravando o aço na madeira
Deixe o vômito do ferro derretido queimar
Os gritos desesperados de alguém que já não está
Entre árvores mortas num abismo, existe um declínio
Olhos fumegantes, eu consigo ver a escuridão
A missão é só uma, a verdade também será uma
Sendo o espinho para a ameaça, sendo o aconchego para os aliados
A revolta dos que não podem, a força dos que já não conseguem
Não é sobre vingança, não é sobre ódio e rancor
Continue, continue para mudar a realidade
Esperança não existe para os que estão no chão
Cuspa sangue, cuspa toda a sua metamorfose
O declínio de um precipício é só um passo para os que avançam
Quando as emoções estão fincadas junto com a razão
Sua mente já conversou mais de um milhão de vez
Encare de frente, rumo ao completo desconhecido
Aumente as cicatrizes, enquanto compra mais agulhas
O verdadeiro declínio começa com aqueles que desistem...
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Autor:
Fantasma sem coroa (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 9 de julho de 2025 14:39
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 9
- Usuários favoritos deste poema: LF Text, Drica

Offline)
Comentários1
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