Pegue de mim a espada —
Tão fria a lâmina retirada da bainha —
Sem me perceber —
Meu ser — Meu próprio eu —
Veio a arrancar —
Sangue de si — sangue de mim
A espada antes fria — Se aquece com sangue — o meu sangue —
A espada antes minha — Agora apenas minha se serás contada em histórias antigas —
A Lâmina não hesita — Apenas a outra — Que clama por liberdade mas jaz em medo —
Pois do arrancar do meu ser — Ele se retirou sozinho — Cortando sua saída —
Um doppelgänger da alma — Que se torna Só — Em vil a espada — Meu corpo no chão — em vista — Ela, ensanguentada. — Agora Vazia
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Autor:
Carrie (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de maio de 2025 01:43
- Categoria: Triste
- Visualizações: 104
- Usuários favoritos deste poema: MAYK52, Isis P. Toldi

Offline)
Comentários1
Na tristeza que envolve as palavras, construíste um belo poema!
Gostei bastante, amiga Carrietta.
Beijos e abraços.
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