O eu lírico escreve sobre si — Sobre as mãos de uma insanidade Contemplativa —
Chamada de humana — Sob pincel e tinta —
A história escrita — Feita de magia —
E pura loucura —
Quem vai 'ler' atrás dessas páginas? —
Enxergar a ponta do pincel — ou dentro do recipiente de tinta escura? —
As margens da folha lembra as margens da 'sã'nidade prescrita como uma folha que pode rasgar —
O eu lírico escreve sobre o fim —
Sobre a loucura invasiva a ir —
Chamada Chama.

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