Escamas turquesas
Afundo no profundo
Pesada como ouro
Não reluto, deixo-me afogar
Apenas deixo acontecer
Eu submerjo como uma estátua
Pesada sem me mover
Vendo meu brilho dourado
Esplandecer pelo mar
Entro em outro mundo
Cidade de Atlântida
Afinal, aqui é meu lar.
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Autor:
Drica (
Offline)
- Publicado: 2 de abril de 2025 00:14
- Comentário do autor sobre o poema: Sereia
- Categoria: Fantástico
- Visualizações: 6
Comentários1
Lindo seu poema. sempre que me lembro de Atlântida lembro mesmo das sereias, das aquarianas das mulheres místicas cheias de mistério. Bom dia poeta.
Obrigada, querida! Amo sereias. Não é segredo aqui. rs
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