Bebia, fumava era descolada
sua época passou
mas o seu tregeito não.
Cuidar de quem cuidou de você
não era sua praia.
Selecionava suas amizades,
seus irmãos seus parentes.
"Secretina" não era gente.
Vai fazer falta aos selecionados.
Sorrio, chorou pelas paixões mundanas.
Nojo sentiu de quem tentou tocá-la
mas teve tudo pois teve um super pai.
Seus sonhos foram realizados.
Do pó viemos e para o pó iremos.
E foi assim que se despediu
beijando o mar
que era tudo pra você.
Uma sereia jogada ao mar.
Rosangela Rodrigues de Oliveira
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Autor:
Rosangela Rodrigues de Oliveira (
Offline)
- Publicado: 1 de abril de 2025 01:14
- Comentário do autor sobre o poema: Muitas vezes se parte sem se despedir e sem se perdoar.
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 13
Comentários3
Têm muitas "Secretinas" por aí. Pelos menos foi cremada e jogada ao mar. Gostei!
Obrigado poetiza por sua visita. Bom dia.
Um poema, impactante, profundo lamento... sentido no mais âmago do ser que ficou, sentado na beira do mar,
na esperança de ; "e se o tempo pudesse voltar" !!!
Abraço carinhoso Poetisa
É verdade, mas infelizmente não volta mais. Grato pela leitura. Bom dia poetiza
Poema que nos intriga e nos deixa a pensar...
Grato pela leitura e comentário. Bom dia poetiza.
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