Versos Póstumos

Luiza Castro

Tudo que me matou,
eu fiz poesias,
seja daquele amor
ou daquela rotina.

Da minha mente,
eu fiz cemitério,
onde todos os dias
eu, triste, te velo.

Nos túmulos, faço casa;
nos versos vastos, você.
Aquele amor já não me mata,
pois já estou morta — eu sei.

 

  • Autor: Luiza Castro (Offline Offline)
  • Publicado: 27 de março de 2025 19:25
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 16
  • Usuários favoritos deste poema: Drica
Comentários +

Comentários1

  • Drica

    Oiiiii! Belo poema!

    • Luiza Castro

      oiie! obrigada, Dri!



    Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.