Tudo que me matou,
eu fiz poesias,
seja daquele amor
ou daquela rotina.
Da minha mente,
eu fiz cemitério,
onde todos os dias
eu, triste, te velo.
Nos túmulos, faço casa;
nos versos vastos, você.
Aquele amor já não me mata,
pois já estou morta — eu sei.
eu fiz poesias,
seja daquele amor
ou daquela rotina.
Da minha mente,
eu fiz cemitério,
onde todos os dias
eu, triste, te velo.
Nos túmulos, faço casa;
nos versos vastos, você.
Aquele amor já não me mata,
pois já estou morta — eu sei.
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Autor:
Luiza Castro (
Offline)
- Publicado: 27 de março de 2025 19:25
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 16
- Usuários favoritos deste poema: Drica
Comentários1
Oiiiii! Belo poema!
oiie! obrigada, Dri!
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