Permanece como réu, imoto
a respiração sem equação
em silêncio o ego e emoção
como em oração fiel devoto
O lamento que acolhido na mão
chora suor do quesito remoto
a lágrima se imerge num arroto
dos soluços surdos do coração
Como centro de tudo, a solidão
que desorienta e se faz ignoto
o olhar, largado na escuridão
Seja breve e renovado broto
que renasça após a oblação
o abraço que se fez semoto
(traga convívio pro ermitão)
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
26/03/2016, 23'04" – cerrado goiano
Protegido por Lei de Direitos Autorais (9.610/98)
Se copiar citar a autoria – © Luciano Spagnol - poeta do cerrado
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Autor:
poeta do cerrado - Luciano Spagnol (Pseudónimo (
Offline)
- Publicado: 26 de março de 2025 11:21
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 23
Comentários2
Que lindo Soneto, parabéns poeta.
Obrigado escritor Renan_alvesmont por ler e comentar. Abraços.
Seja bem-vindo aqui de novo, com teu talento poético e mais uma pérola enfeitando esse recanto onde o teu brilho estava nos faltando!
Obrigado escritora Maria dorta pela recepção e elogio. Abraços.
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