Plantei um pé de tucumã
Próximo às colinas de Kozan
Cozido de jaca à caramelo
Jantado de manhã
Amanhã também reguei
Meu pé de tucumã
Jurei falei preguei
No roçado de Kozan
Espezinhei também meu pé
No pé de tucumã
Trotei trombei trolei
No roçado de manhã
Já no balaço vespertino
Deu me um cagaço tinino
A merenda da noite sorrino
Aos espinhos franzino
Em rebuliço furdiço trudiço
Deu em um cansado golaço
Que rino do ocaso ao acaso
Fez me mais farto
Que minino ruliçu
Quase que me infarto de manhã
Ao ver meu maceta pé de tucumã
Mais alto que todos de Kozan
Até plantar meu pé
Pé de romã maçã
-
Autor:
Lucas Guerreiro (
Offline)
- Publicado: 22 de janeiro de 2025 18:50
- Categoria: Humor
- Visualizações: 13
Comentários1
SERGIO NEVES - ...meu amigo...,...não foi só esse tal de "pé de tucumã" que plantaste, não...,..."a reboque" plantaste também em nossos intelectos um imenso "pé" de poesia...,...brota nesse teu escrito "poetalidades" mil...,...e tudo vai num crescendo como se o desenvolvimento de qualquer botânico "pé" que se preze fosse...,...o "plantio" que aqui colocaste em prática se torna interessante na medida em que os teus versos vão num crescendo para ao final deixar evidentciado o sentido (transgressor) dessa tua "inventiva" inspiração -tudo gradativo, como num crescer de "pé de tucumã"...,...em suma,...plantaste aqui um "pé" poético e tanto! /// Abçs.
Sergio meu amigo poeta
Que poeta té em comentário
Merecias té um salário
Por sair plantano rosário
Obg pelo agrado
Tome aqui leve meu abç
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.