FLORIPA

Arlindo Nogueira

Floripa, uma cidade multicultural

Bela capital de Santa Catarina

Bruxa a cavalo de nós nas crinas

Ilha da magia Ponte Hercílio Luz

Ístmo que dá acesso à península

Maior mangue urbano Itacurubi

1º habitante homem de sambaqui

Mar do Norte Beira Morro da Cruz

 

E tem o Morro do Ribeirão da Ilha

Orla do mar a mais linda sem erro

Local de Nossa Senhora de Desterro

Que os turistas adoram todos os dias

Olhando Floripa sentindo sua alegria

São mais de cem praias nesse paraíso

Até Dom Pedro I deixou o seu inciso

Na 1ª. Rua calçada da Ilha da Magia

 

Visitou também a Ilha Antoine Sant

Famoso escritor do Pequeno Príncipe

Literatura infantil que o tempo resiste

Pequeno asteroide no deserto do Saara

E Fernão Dias Velho plantou o seu mar

Fundação de Nossa Senhora de Desterro

Foi o primeiro povoado dois marinheiros

Impulso da Ilha da magia que nunca para 

 

E com a luz do Governador Hercílio Luz

De Desterro proclamou-se Florianópolis

Era uma época de guerra tipo Nicópolis

Uma batalha que na Europa se agita

Império Otomano que sua regra dita

Semelhante aqui, cidade dos Açorianos

Sobre as regras de Marechal Floriano

Institui-se a linda e carinhosa Floripa

 

Florianópolis, cidade do sul do Brasil

Influência açoriana manezinho do ego

Ilha da Magia importante arquipélago

Praça da Figueira e do Museu em Az

Bruxas, lobos e fantasmas atrás

São lendas e mitos da próspera Floripa

A cidade costeira das mais bonitas

Escrito em livros de Franklin Cascaes

 

  • Autor: Arlindo Nogueira (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 19 de janeiro de 2025 00:43
  • Comentário do autor sobre o poema: Escrevi a Poesia “Floripa” quando li o Conto Mulheres Bruxas Atacando Cavalos, de Franklin Cascaes, famoso escritor de Florianópolis. O conto fala que na Ilha da Magia era muito comum o ataque das mulheres bruxas extra-terrenas, para trançar as crinas e chupar o sangue dos cavalos. Diante dessas lendas e mitos, escrevi essa poesia, que é mais uma historiografia de Florianópolis. Na verdade, o poema é um estudo e interpretação das fontes históricas e dos modos operandi do descobrimento e criação de Floripa. Por conseguinte, a cidade possui uma rica história que remonta aos tempos pré-coloniais, com vestígios arqueológicos indicando ocupação pelo Homem de Sambaqui desde aproximadamente 4800 a.C. A ilha se desenvolveu significativamente ao longo dos séculos, tornando-se capital de Santa Catarina em 1823 e passando por urbanização intensa no século XX, com expansão econômica e grande aumento populacional. Florianópolis, em 2014, foi considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) uma das "cidades criativas" do Brasil. Já em 2024, Florianópolis foi oficialmente reconhecida como a capital mais segura do País, segundo o Atlas da Violência, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Portanto, nossa poesia só veio acalorar mais, essa pujante cidade do litoral de Santa Catarina. Boa leitura do nosso poema, que é uma homenagem ao gentílico florianopolitano.
  • Categoria: Conto
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