- Não sei se era um anjo com olhar tão meigo, ou uma dracma disfarçada.
- Eis que és formosa, ó querida minha, eis que és formosa ;
os teus olhos são como os das pombas. O nosso leito de viçosas folhas, galgando os montes, cortou por dentro a declamar, um olhar com triste melancolia, deixo - me seduzir me por tão leiga escultura, humana, mas tão fria e fúnebre.
- Me disponho em um simples carinho em seus cabelos como neve, e seus lábios de mel, será amor? É amor sim!.
- Estaria eu usurpando um lugar proibido? Ou Fazendo papel de Charlatão apaixonado: " Por um ser das alturas declamando a chama do amor mas quente como um gelo do pico de uma montanha escura, e deserta, Mas sei que é amor verdadeiro".
- Beijou - me, com os lábios tão amargos, e o gesto tão lindo e runbicundo de amor. Será mesmo verdade?ou estou sonhando com tamanha natureza de um ser tão perfeito e meigo que a alma humana é capaz de ver a olho nu?... - Nunca mais deixarei as minha terra, minha rede, interrarei minha fortuna atrás de uma dracma apaixonada, e cheia de; "Amor Verdadeiro"...
-
Autor:
Bruna Vieira Machado (
Offline)
- Publicado: 4 de julho de 2020 02:00
- Comentário do autor sobre o poema: Poema Satírico!
- Categoria: Amor
- Visualizações: 12
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