Ricardo L. Kampf

Domingo de manhã


Azul.
Nem uma nuvenzinha
Talvez uma, mas bem fraquinha...
Ah! Como é bom adomingar.


Porém nem todo domingo é justo.
Quando sinto a alma ao relento,
Percebo o marasmo do eu estagnado,
De meu consenso fraquejado.


Então me levanto e
Questiono ao vento,
Porque tantas injustiças,
Tantas atrocidades,
Neste mundo ,
Por que tantos lamentos?



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