Guilherme Henrique Favaro

Brinque comigo, amiguinho

Toda noite, o medo vem;
E ele só parará quando eu for ao além;
Talvez algo bom que venha me ajudar;
Eu só queira com tudo isso acabar;

Sempre com a desculpa de brincar;
Mais uma desculpa que eles vão me dar;
Mais uma vez, vão me acertar;
Minha alma vão marcar;

Eu comecei a ser espancado nos dias de semana aos meus cinco;
E, desde então, temo o final de domingo;
A ansiedade e depressão vem me bater;
Só que mais forte, para eu não poder viver.



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