santidarko

A estrada por onde transita o deslocar do Inverno



O risonho capa-verde de cócoras atrás da pedra,
mastiga o doce roubado da pobre menina rica;
calamidades á venda-sempre se justificam á engedra medra.



Rangem, em sedentos e receados lugares;
o poema do que é abatido e o porvir contorcido.
Tragando risos e broncos pavores,
não há sentinelas...para as flores.


O direito singular,há de abraçar,
o pranto e seu bradar.
Plágios de felicidades,
descritos em forjas,em braseiros de esperados Destinos;
o tridente metálico,em ritos incandescentes,
...oferece sua marca, a todos os arriscados pretendentes.



Substâncias,caminham ás consciências em febres,
o peso da dor, em servis lebres!



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.