Os teus olhos estão voltados para as imperfeições,
para que destaquem as tuas belas feições.
Esforças-te demasiado a enganar o mundo com as tuas aparências,
tapando à força os buracos das tuas incongruências.
Felizmente que as críticas já não me fazem dano;
São elas que me mostram o caminho a seguir.
Estás demasiado focado a contabilizar os movimentos insanos,
que não dás conta da pedra que te faz cair.
As críticas para mim servem como inspirações,
relembrando-me do duro caminho que já percorri.
Não é um erro ortográfico que vai destruir o meu legado;
ele apenas relembra-me do ser humano imperfeito que está aqui.
As críticas são como balas no escuro;
Muitas delas são disparadas para te fazer cair,
Felizmente que sei agarrar aquelas que me jogam para um futuro,
sabendo-me esquivar daquelas que me fazem subtrair.
Eu não temo as críticas pois elas surgem com um propósito;
Apenas fiquei cansada de duvidar de mim.
Enquanto a água enche no meu depósito,
muitos vão lamentar a seca que jaz no seu jardim.
Eu não perco tempo a enfrentar críticas des-construtívas;
Aprendi a gerir o tempo com independência.
O mundo está demasiado focado em substâncias nocivas,
enquanto o Senhor me ensinou a encarar a vida com clemência.
As críticas vão sempre surgir e eu não ouso lutar contra elas;
As suas balas podem trazer demasiadas sequelas.
Limito-me a fazer o trabalho que sei melhor,
enquanto o mundo está demasiado focado no seu pior.