Paulo Silva

Colinas

 

A tarde pinga vermelho 
E o orvalho se esvai 
Toco teu seio
Meus dedos avançam 
E a gota cai. 

Abro caminho por seus quadris 
Invado tua alma por sua flor 
Ferindo-a com ritmada calma 
Em um corte de espada 
Sou eu que morro 
Em teu amor.